terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Legenda
![]() |
| Vivien Leigh e Clark Gable, Gone with the Wind, 1939 |
Não sei fingir que amo pouco,
quando em mim ama tudo.
Vergílio Ferreira, Para sempre
Etiquetas:
refúgios clássicos,
Vergílio Ferreira
Novels.
A novel is a commodity that fulfills a certain need; people need to buy daydreams like they need to buy ice cream or aspirin or gin. They even need to buy a pinch of intellectual catnip now and then to liven up their thoughts….
John Dos Passos
Etiquetas:
John Dos Passos
domingo, 10 de abril de 2011
Books.
Books.
People have no idea how beautiful books are.
How they taste on your fingers.
How bright everything is when you light it with words.
Rachel Kadish, Tolstoy Lied: A Love Story
Etiquetas:
Rachel Kadish
sábado, 9 de abril de 2011
A banda sonora da minha noite...
Etiquetas:
refúgios clássicos
Comiseração.
Comiseração é ter-se a inteligência suficiente para perceber que há pessoas que projectam nos outros a [triste e distorcida] percepção que têm do mundo, é intuir-se que há gente que não dá para mais em termos de educação e respeito e alcançar-se a maturidade bastante para olhar e sorrir. Sem julgamentos de maior. Porque, convenhamos, há malta muito doente por aí. Não de cabeça, mas da alma. Só assim se entende. Claro que a alternativa é sempre o ignóbil e sórdido argumento do“mal fodidas”. Mas não. Não há mulheres mal fodidas. Só mal amadas, mal tratadas [pela vida, pelos outros]. E isso, sim. Isso merece compaixão.
[dito, ou melhor, escrito pela Maria. E subscrito por mim, na íntegra.]
Etiquetas:
refúgios dos outros
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Não sei quantas almas tenho...
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: "Fui eu?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Alberto Caeiro
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: "Fui eu?"
Deus sabe, porque o escreveu.
Alberto Caeiro
Etiquetas:
Alberto Caeiro
Dia Internacional do Povo Cigano.
Etiquetas:
memória
O elogio.
O elogio tem o efeito de uma anestesia local no ego. Com a agravante do seu efeito permanecer por um tempo indefinido.
lido aqui
Etiquetas:
comportamentos
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Porque a vida é o que fazemos dela.
Etiquetas:
desejos
Do it.
![]() |
| vista aqui |
Etiquetas:
resoluções
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Eles vêm aí.
![]() |
| visto aqui |
Etiquetas:
perspectivas
O dia e a noite.
Dias longos.
Noites escuras.
Quase negras...
Etiquetas:
pedaço de vida
terça-feira, 5 de abril de 2011
Let It Be.
Etiquetas:
refúgios musicais
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Lolita.
Lolita, light of my life, fire of my loins. My sin, my soul. Lo-lee-ta: the tip of the tongue taking a trip of three steps down the palate to tap, at three, on the teeth. Lo. Lee. Ta. She was Lo, plain Lo, in the morning, standing four feet ten in one sock. She was Lola in slacks. She was Dolly at school. She was Dolores on the dotted line. But in my arms she was always Lolita. Did she have a precursor? She did, indeed she did. In point of fact, there might have been no Lolita at all had I not loved, one summer, an initial girl-child. In a princedom by the sea. Oh when? About as many years before Lolita was born as my age was that summer. You can always count on a murderer for a fancy prose style. Ladies and gentlemen of the jury, exhibit number one is what the seraphs, the misinformed, simple, noble-winged seraphs, envied. Look at this tangle of thorns.
Vladimir Nabokov, Lolita
Etiquetas:
Vladimir Nabokov
Os homens e as suas características.
![]() |
| visto aqui |
O homem de bem exige tudo de si próprio.
O homem medíocre espera tudo dos outros.
Confúcio
Etiquetas:
Confúcio
Wish to be in.
Etiquetas:
desejos
domingo, 3 de abril de 2011
As palavras.
![]() |
| imagem de Eva Brzozowska |
Quanto a mim gosto das palavras que sabem a terra, a água, aos frutos do Verão, aos barcos no vento; gosto das palavras lisas como os seixos, rugosas como o pão de centeio. Palavras que cheiram a feno e a poeira, a barro e a limão, a resina e a sol. Foi com essas palavras que fiz os poemas. Palavras rumorosas de sangue, colhidas no espaço luminoso da infância, quando o tempo era cheio, redondo, cintilante. As palavras necessárias para conservar ainda os olhos abertos ao mar, ao céu, às dunas, sem vergonha, como se os merecesse, e a inocência pudesse de quando em quando habitar os meus dias. As palavras são a nossa salvação.
Eugénio de Andrade
Etiquetas:
Eugénio de Andrade
Good morning.
![]() |
| vista aqui. |
Etiquetas:
instantâneos
sábado, 2 de abril de 2011
Era bom...
Se esta noite acabássemos a perceber um pouco mais um sobre o outro, já era bom... tu perceberes o que me fizeste e eu perceber porque é que o fizeste. Porque se não for assim, tudo o que já aconteceu e o que vai acontecer, será em vão... mais uma estupidez, como tantas outras que acontecem neste país.
lido aqui
|
| Isabella Rossellini e David Lynch, Blue Velvet. |
Etiquetas:
Athol Fugard
Credo
Creio nos anjos
que andam pelo mundo,
Creio na deusa
com olhos de diamante,
Creio em amores lunares
com piano ao fundo,
Creio nas lendas,
nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho
que falta mais fecundo,
De harmonizar
as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno
num segundo,
Creio num céu futuro
que houve dantes,
Creio nos deuses
de um astral mais puro,
Na flor humilde
que se encosta no muro,
Creio na carne
que enfeitiça o além,
Creio no incrível,
nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo
pelas rosas,
Creio que o amor que tem asas
de ouro.
Amén.
Natália Correia
[porque hoje é Dia Mundial do Autismo
e porque é preciso acreditar sempre, muito.]
que andam pelo mundo,
Creio na deusa
com olhos de diamante,
Creio em amores lunares
com piano ao fundo,
Creio nas lendas,
nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho
que falta mais fecundo,
De harmonizar
as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno
num segundo,
Creio num céu futuro
que houve dantes,
Creio nos deuses
de um astral mais puro,
Na flor humilde
que se encosta no muro,
Creio na carne
que enfeitiça o além,
Creio no incrível,
nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo
pelas rosas,
Creio que o amor que tem asas
de ouro.
Amén.
Natália Correia
[porque hoje é Dia Mundial do Autismo
e porque é preciso acreditar sempre, muito.]
Etiquetas:
Natália Correia
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Para nós.
Divido-as contigo. Como tudo, como sempre.
És metade de mim, temos o mesmo sangue a correr-nos nas veias. O sangue que também nos une na cumplicidade de todas as horas, de todos os sonhos, de toda a vida.
Não são minhas nem são tuas. São nossas as flores; só nossas.
Também hoje. Sobretudo hoje.
Etiquetas:
pedaço de vida
quinta-feira, 31 de março de 2011
My Skin...
Etiquetas:
refúgios musicais
quarta-feira, 30 de março de 2011
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos Drummond de Andrade
Etiquetas:
Carlos Drummond de Andrade
Arrependimentos
Não me arrependo das horas que perdi a esperar-te quando ainda havia a esperança. A esperança que havia ainda quando, a esperar-te, perdi horas de que não me arrependo.
Um instante na memória de chegares é mais valioso do que jardins. Do que montanhas, do que anos de tempo.
Arrependo-me de ficar ao sol, de sorrir, de esquecer que devagar passam os dias. Os dias passam devagar, esquecendo-se de sorrir, de sorrir ao sol e de ficar onde me arrependo.
José Luís Peixoto, Uma casa na escuridão.
Etiquetas:
José Luís Peixoto
Per te.
Etiquetas:
inscrições pessoais
terça-feira, 29 de março de 2011
A quantidade certa
![]() |
| Montgomery Clift e Elizabeth Taylor, A place in the sun.* |
A felicidade não se mede pela quantidade do que nos aconteceu de agradável, mas pela quantidade de nós que responde ao que nos acontece.
Vergílio Ferreira
*imagem recolhida aqui
Etiquetas:
Vergílio Ferreira
segunda-feira, 28 de março de 2011
Ser bom
Ensinar os outros a serem bons é uma excelente causa, que tem a vantagem de ser mais nobre e menos difícil do que tornarmo-nos bons a nós mesmos.
Mark Twain
Etiquetas:
Mark Twain
Memories.
Etiquetas:
constatações
domingo, 27 de março de 2011
Dia mundial do Teatro
Algo está podre no Reino da Dinamarca.
William Shakespeare, Hamlet.
(Marcelo, acto I, cena IV)
[pareceu-me apropriado...]
[pareceu-me apropriado...]
Etiquetas:
memória,
William Shakespeare
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Contigo
Contigo aprendi coisas tão simples como
a forma de convívio com o meu cabelo ralo
e a diversa cor que há nos olhos das pessoas
Só tu me acompanhaste súbitos momentos
quando tudo ruía ao meu redor
e me sentia só e no cabo do mundo
Contigo fui cruel no dia a dia
mais que mulher tu és já a minha única viúva
Não posso dar-te mais do te dou
este molhado olhar de homem que morre
e se comove ao ver-te assim presente tão subitamente.
Ruy Belo
a forma de convívio com o meu cabelo ralo
e a diversa cor que há nos olhos das pessoas
Só tu me acompanhaste súbitos momentos
quando tudo ruía ao meu redor
e me sentia só e no cabo do mundo
Contigo fui cruel no dia a dia
mais que mulher tu és já a minha única viúva
Não posso dar-te mais do te dou
este molhado olhar de homem que morre
e se comove ao ver-te assim presente tão subitamente.
Ruy Belo
Etiquetas:
Ruy Belo
Escrevências desinventosas.
Estava já eu predisposto a escrever mais uma crónica quando recebo a ordem: não se pode inventar palavra. Não sou homem de argumento e, por isso, me deixei. Siga-se o código e calendário das palavras, a gramatical e dicionárica língua. Mas ainda, a ordem era perguntosa: "já não há respeito pela língua-materna?"
Não é que eu tivesse intenção de inventar palavras. Até porque acho que palavra descobre-se, não se inventa. Mas a ordem me deixou desesfeliz. Primeiro: porquê meter a mãe no assunto? Por acaso sou filho de língua, eu? Se nasci, mesmo inicialmente, foi de duplo serviço genético, obra inteira. Segundo: sou um homem obeditoso aos mandos. Resumo-me: sou um obeditado. Quando escrevo olho a frase como se ela estivesse de balalaica, respeitosa. É uma escrita disciplinada: levanta-se para tomar palavra, no início das orações. Maiusculiza-se deferente. E, em cada pausa, se ajoelha nas vírgulas. Nunca ponho três pontos que é para não pecar de insinuência. Escrita assim, penteada e engomada, nem sexo tem. Agora acusar-me de inventeiro, isso é que não. Porque sei muito bem o perigo da imagináutica. Ás duas por triz basta uma simples letra para alterar tudo. Um pequeno «d» muda o esperto em desperto. Um simples «f» vira o útil em fútil. E outros tantíssimos, infindáveis exemplos.
Afinal de contas, quem imagina é porque não se conforma com o real estado da realidade. E nós devemos estar para a realidade como o tijolo está para a parede: a linha certa, a aresta medida. Entijole-se o homem com tendência a imaginescências.
Voltando à língua fria: não será que o português não está já feito, completo, made in e tudo? Porquê esta mania de usar os caminhos, levantando poeira sem a devida direcção? Estrada civilizada é a que tem polícia, sirenes serenando os trânsitos. Caso senão, intransitam-se as vias, cada um conduzindo mais por desejo que por obediência.
Estraga-se a decência, o puro sangue do idioma. E porquê? Por causa dessas contribuições dispérsicas que chegam à língua sem atestado nem guia de marcha. Devia exigir-se, à entrada da língua um boletim de inspecção. E montavam-se postos de controlo, vigilanciosos.
Se forem criados tais posto eu mesmo me voluntario. Uma espécie de milícia da língua, com braçadeira, a mandar parar falantes e escreventes. A revistar-lhes o vocabulário, a inspeccionar-lhes o saco da gramática.
- Vem de onde essa palavra?
E mesmo antes da resposta, eu, arrogancioso:
- Não pode passar. Deixa ficar tudo aqui no posto.
Os queixosos, nas cartas dos leitores, reclamando. E eu, abusando dos abusos, rindo-me deles. Mas não me divertindo de alma inteira, não. Porque a vida é uma grande fábrica de imagineiros e há muita estrada para poucos postos vigilentos.
Mas, em escrevendo «deter gente» eu me lembro de «detergente». Sim, escrevo sério. Um produto que lavasse a língua de sujidades e impurezas. Pegava-se no idioma, lavava-se bem, desinfectava-se. Depois, para não apodrecer, guardava-se no gelo, frigorificado.
Porque isto de falar ou escrever tem de ser dentro das margens. Como um rio manso e leve, tão educado que não acorde poeiras do fundo. Um rio que passe com essa eterna transparência que, verdade autografada, só a morte possui. Seja então a pureza pela morte trazida e por ela conservada.
Afinal de contas, quem imagina é porque não se conforma com o real estado da realidade. E nós devemos estar para a realidade como o tijolo está para a parede: a linha certa, a aresta medida. Entijole-se o homem com tendência a imaginescências.
Voltando à língua fria: não será que o português não está já feito, completo, made in e tudo? Porquê esta mania de usar os caminhos, levantando poeira sem a devida direcção? Estrada civilizada é a que tem polícia, sirenes serenando os trânsitos. Caso senão, intransitam-se as vias, cada um conduzindo mais por desejo que por obediência.
Estraga-se a decência, o puro sangue do idioma. E porquê? Por causa dessas contribuições dispérsicas que chegam à língua sem atestado nem guia de marcha. Devia exigir-se, à entrada da língua um boletim de inspecção. E montavam-se postos de controlo, vigilanciosos.
Se forem criados tais posto eu mesmo me voluntario. Uma espécie de milícia da língua, com braçadeira, a mandar parar falantes e escreventes. A revistar-lhes o vocabulário, a inspeccionar-lhes o saco da gramática.
- Vem de onde essa palavra?
E mesmo antes da resposta, eu, arrogancioso:
- Não pode passar. Deixa ficar tudo aqui no posto.
Os queixosos, nas cartas dos leitores, reclamando. E eu, abusando dos abusos, rindo-me deles. Mas não me divertindo de alma inteira, não. Porque a vida é uma grande fábrica de imagineiros e há muita estrada para poucos postos vigilentos.
Mas, em escrevendo «deter gente» eu me lembro de «detergente». Sim, escrevo sério. Um produto que lavasse a língua de sujidades e impurezas. Pegava-se no idioma, lavava-se bem, desinfectava-se. Depois, para não apodrecer, guardava-se no gelo, frigorificado.
Porque isto de falar ou escrever tem de ser dentro das margens. Como um rio manso e leve, tão educado que não acorde poeiras do fundo. Um rio que passe com essa eterna transparência que, verdade autografada, só a morte possui. Seja então a pureza pela morte trazida e por ela conservada.
Mia Couto, Cronicando.
Etiquetas:
Mia Couto
Dreams and purposes.
Etiquetas:
resoluções
quinta-feira, 24 de março de 2011
Mergulha nos Sonhos
mergulha nos sonhos
ou um lema pode ser teu aluimento
(as árvores são as suas raízes
e o vento é o vento)
confia no teu coração
se os mares se incendeiam
(e vive pelo amor
embora as estrelas para trás andem)
honra o passado
mas acolhe o futuro
(e esgota no bailado
deste casamento a tua morte)
não te importes com o mundo
com quem faz a paz e a guerra
(pois deus gosta de raparigas
e do amanhã e da terra)
e. e. cummings
ou um lema pode ser teu aluimento (as árvores são as suas raízes
e o vento é o vento)
confia no teu coração
se os mares se incendeiam
(e vive pelo amor
embora as estrelas para trás andem)
honra o passado
mas acolhe o futuro
(e esgota no bailado
deste casamento a tua morte)
não te importes com o mundo
com quem faz a paz e a guerra
(pois deus gosta de raparigas
e do amanhã e da terra)
e. e. cummings
Etiquetas:
e. e. cummings
Ditos.
People do not like to think.
If one thinks, one must reach conclusions.
Conclusions are not always pleasant.
Helen Keller
Etiquetas:
Helen Keller
Please, don't.
Etiquetas:
resoluções
quarta-feira, 23 de março de 2011
Something. You thing.
Etiquetas:
refúgios sonoros
Trancado.
Pensei o quanto desconfortável é ser trancado do lado de fora;
e pensei o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro.
e pensei o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro.
Virginia Woolf
Etiquetas:
Virginia Woolf
Um dia...
Etiquetas:
refúgios meus
terça-feira, 22 de março de 2011
Ler. De verdade.
Para ler seriamente é preciso silêncio, estar preparado para - e não riam de mim - saber passagens de cor e ter alguma privacidade. De outra forma, é impossível viver uma grande obra, que quer algo de nós. Lê-nos. Lê-nos mais do que nós a lemos.
George Steiner, Ler n.º 100 (Março 2011)
Etiquetas:
George Steiner
O poder do silêncio...
Etiquetas:
José Saramago
segunda-feira, 21 de março de 2011
Ditos.
Etiquetas:
refúgios dos outros
Chess lesson.
Etiquetas:
comportamentos
domingo, 20 de março de 2011
Banda Sonora da Noite...
Etiquetas:
refúgios musicais
sábado, 19 de março de 2011
Banda Sonora da Noite...
Etiquetas:
refúgios clássicos
Subscrever:
Mensagens (Atom)















































